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Total de famílias inadimplentes aumenta em março

Publicado em Notícias no dia 05/04/2018

Total de famílias inadimplentes aumenta em março

O País registrou um aumento de 0,3 ponto porcentual na inadimplência em março, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 4, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) mostrou que o porcentual de famílias com dívidas ou contas em atraso cresceu de 24,9% em fevereiro para 25,2% no último mês. Na comparação com o ano anterior, a alta também foi de 0,3 ponto porcentual.

O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 64,4 dias em março de 2018, contra 64,8 dias no mesmo período do ano passado.

A fatia de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso, ou seja, que permaneceriam inadimplentes, subiu de 9,7% em fevereiro para 10,0% em março. Em março de 2017, porém, essa proporção era mais elevada, em 10,4%. Precisando de crédito? O Just Online oferece um empréstimo pessoal 100% online e com as menores taxas do mercado Patrocinado

“O efeito sazonal do comprometimento de renda com gastos extras de início de ano influencia nesse resultado”, ponderou Marianne Hanson, economista da CNC, em nota oficial.

A proporção de famílias endividadas, no entanto, ficou estável em 61,2%, mesmo resultado de fevereiro. Na comparação com março de 2017, o indicador subiu 0,4 ponto porcentual.

O total de famílias que se declararam muito endividadas aumentou de 13,6% em fevereiro para 14,1% em março. Na comparação com um ano antes, houve queda de 0,6 ponto porcentual.

“A queda das taxas de juros e a recuperação da renda do trabalho têm favorecido uma recuperação gradual em algumas modalidades de crédito, o que impacta diretamente o endividamento”, completou Hanson.

Entre os endividados, 20,0% afirmam ter mais da metade da renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas. O cartão de crédito manteve a liderança como a principal forma de dívida, citado por 76,4% das famílias endividadas. Em seguida figuraram os carnês (16,6%) e o crédito pessoal (10,4%).

Fonte: Exame

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